O corpo sentou à beira do rio

 

O corpo sentou à beira do rio

 

O corpo sentou à beira do rio

Eu, sem pestanejar, segui livre com a correnteza

Então o corpo, zeloso pela ausência de seu amigo,

Foi embora, ciumento e arredio

Eu, embalado pela natureza visitei novas paisagens

Esquecido do corpo, exuberante numa sutil completeza

Mais tarde, o corpo se arrependeu e voltou correndo

Lançou-se aos braços da água, para ver se me encontrava

De repente, saiu afoito do rio, pois embaixo de uma árvore eu descansava

Sentou-se ao meu lado, pediu desculpa e me ofereceu abrigo

Como gosto dele, deixei-o ficar, em paz comigo

Na nossa frente, fluía o rio, sereno e pródigo

Às vezes o corpo me olhava afoito, pois o rio para ele, representava perigo. (Tadany – 13 01 11)

 

PS: Para citar este Poema:

Cargnin dos Santos, Tadany. O corpo sentou à beira do rio. www.tadany.org®

 


 






A corrupção é primogênita da nossa passividade, minha e tua. Precisamos aceitar o nosso dever de cidadãos para mudar as nefastas realidades que assolam a nossa pátria. (Tadany)
Tudo é mental. Nada existe além de nossa Consciência. (Tadany)
A arte é o orgasmo contínuo da Inteligência. (Tadany)




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2016-05-26 19:58 GMT+05:30 Tadany Cargnin dos Santos <tadany@tadany.org>:

 

O corpo sentou à beira do rio

 

O corpo sentou à beira do rio

Eu, sem pestanejar, segui livre com a correnteza

Então o corpo, zeloso pela ausência de seu amigo,

Foi embora, ciumento e arredio

Eu, embalado pela natureza visitei novas paisagens

Esquecido do corpo, exuberante numa sutil completeza

Mais tarde, o corpo se arrependeu e voltou correndo

Lançou-se aos braços da água, para ver se me encontrava

De repente, saiu afoito do rio, pois embaixo de uma árvore eu descansava

Sentou-se ao meu lado, pediu desculpa e me ofereceu abrigo

Como gosto dele, deixei-o ficar, em paz comigo

Na nossa frente, fluía o rio, sereno e pródigo

Às vezes o corpo me olhava afoito, pois o rio para ele, representava perigo. (Tadany – 13 01 11)

 

PS: Para citar este Poema:

Cargnin dos Santos, Tadany. O corpo sentou à beira do rio. www.tadany.org®

 


 






A corrupção é primogênita da nossa passividade, minha e tua. Precisamos aceitar o nosso dever de cidadãos para mudar as nefastas realidades que assolam a nossa pátria. (Tadany)
Tudo é mental. Nada existe além de nossa Consciência. (Tadany)
A arte é o orgasmo contínuo da Inteligência. (Tadany)




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A corrupção é primogênita da nossa passividade, minha e tua. Precisamos aceitar o nosso dever de cidadãos para mudar as nefastas realidades que assolam a nossa pátria. (Tadany)
Tudo é mental. Nada existe além de nossa Consciência. (Tadany)
A arte é o orgasmo contínuo da Inteligência. (Tadany)

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