Soneto vitalmente inverso


Soneto vitalmente inverso 


Paulatinamente correndo 
Numa velocidade constante, subjetivamente mutante 
O ser humano vai subsistindo...crescendo...morrendo... 

Quem dera tivéssemos a sapiência de existir no intanste 
Oblivios de tempos e transformações, apenas vivendo 
Cada segundo uma eternidade, uma plenitude exuberante 

Ser a luz quando o sol está amanhecendo 
O sorriso da criança, uma pureza intensa e jubilante 
Um jardim arquitetado, continuamente florescendo 
Uma imaginação fecunda, um artista prodigioso, do inventar um militante 

Ser a mudança em ascensão, um novo caminho sempre reescrevendo 
A fé que impulsiona a irmandade, auspiciosa..livre..estimulante 
Escolher ser vida, ser o todo e ser tudo, sem pressa, naturalmente evolvendo 
E quando morte chegar, tenha admiração, uma alma simples, um viver abundante. (Tadany – 31 12 11) 

PS: Para citar este texto: 
Cargnin dos Santos, Tadany. Soneto vitalmente inverso. www.tadany.org ® 





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