| "Retrospecto Humberto de Campos Vinte e seis anos, trinta amores: trinta vezes a alma de sonhos fatigada. e, ao fim de tudo, como ao fim de cada amor, a alma de amor sempre faminta! Ó mocidade que foges! brada aos meus ouvidos teu futuro, e pinta aos meus olhos mortais, com toda a tinta, os remorsos da vida dissipada! Derramo os olhos por mim mesmo... E, nesta muda consulta ao coração cansado, que é que vejo? que sinto? que me resta? Nada: ao fim do caminho percorrido, o ódio de trinta vezes ter jurado e o horror de trinta vezes ter mentido! Beijos Cida St !!! |
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