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Bom Dia - (02.05.12)

    http://marcosianoski.blogspot.com.br
 
 
 
TOLERÂNCIA
 
"Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas"  - Mateus, cap.5 - v.41 
 
Sem dúdiva, o exercício da tolerância é indispensável à conquista da serenidade.
Mas tolerar não significa afligir-se e torturar-se interiormente, como quem impõe a
si mesmo determinada violência.
A tolerância nasce da conscientização de quem nem sempre se podem alterar, de
imediato, situações que apenas o tempo possui elementos para transformar.
As pessoas serão como são, até quando optarem pela própria mudança.
 
Há quanto tempo Deus nos espera, admitindo, inclusive, que descreiamos de sua
Divina Paternidade ?
Existem muitos espíritos de entendimento tardio com os quais precisamos aprender
a conviver, sem alimentarmos grandes expectativas em torno de sua capacidade
de corresponder-nos aos anseios.
Em oferecendo-nos pouco, muitos daqueles que conosco convivem estão praticamente
oferecendo-nos tudo o que possuem.
 
Como exigir da árvore que sequer floresceu a produção de frutos ? Ou de um pássaro
implume arrojados voos na amplidão.
Quem sofre com as decepções que os outros lhe causam, sofre voluntariamente, porque
sabe que, na Terra, ninguém está lidando com santos, mas com seres humanos tão
frágeis e limitados quanto a ele mesmo.
Jesus, de fato, recomendou-nos caminhar a segunda milha como os que mais solicitam
de nossas possibilidades de renúncia e tolerância, que, habitualmente, são aqueles que
convivem conosco na experiência comum, mas não nos disse que deveríamos carregá-los
sobre os ombros.
 
(Obra: Saúde Mental À Luz do Evangelho - Carlos A. Baccelli / Inácio Ferreira)
 
 
******
 
Não nos iludamos a nosso próprio respeito. Porque somos portadores de maior lucidez,
não significa que já estejamos de posse da Verdade absoluta. Muito ainda nos compete
caminhar e, a rigor, estamos, de maneira consciente, ensaiando agora os primeiros
passos na jornada em que não existe retrocesso.
                                                                        "Dr.Odilon Fernandes"
 
(Obra: No Interior da Terra - Carlos A. Baccelli / Paulino Garcia)
 
 
******
 
AVE MARIA

Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
 
******
 
PAI NOSSO

Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
 
JESUS

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Ansiedade - Uma Silenciosa Epidêmia

 

 

Sabemos que a ansiedade é um estado emocional ligado ao futuro. Isto ocorre por que não há nada no presente que garanta o futuro. Por este motivo há uma incidência, cada vez maior, de pessoas vivendo no limite dos seus recursos internos. A ansiedade já pode ser considerada uma epidemia, o problema é que ela passa desapercebida, pois já se tornou um estilo de funcionar da grande maioria.

Nas empresas isso é preocupante na medida que o contagio acontece silenciosamente. De forma inconsciente vamos absorvendo o modo de funcionar dos colegas, gerentes, diretores, clientes, consultores, fornecedores, enfim, de todas as pessoas envolvidas nos processos operacionais. Suas ações e atitudes, poderão gerar ansiedade, aumentando o desconforto geral.

Existem casos em que provocar a ansiedade em algum setor poderá ser positiva, pois provocará mudanças individuais fruto da ruptura de paradigmas que a empresa está se propondo. Porém não podemos manter este estado emocional por muito tempo, pois ele desencadeia problemas como: dificuldade de relacionamento, perda de comprometimento, desânimo, solidão, em alguns casos até pânico, fruto da incerteza do depois.

Imagine uma empresa, vivendo sua rotina diária, onde grande parte dos colaboradores são movidos pela incerteza do amanhã. O que acontece é que fisicamente eles estarão dentro da empresa, porém emocionalmente não. Não aprendemos na escola como trabalhar a ansiedade, como evitar que sejamos vítimas ou que vitimamos quem nos cerca.

Pergunto, qual a dedicação, o empenho, o comprometimento e principalmente o grau de motivação de times ansiosos?

A voz interna do ansioso questiona:

- Até quando vão me segurar aqui ?
- O que será de mim amanhã?
- Vale a pena minha dedicação e esforço?

Para que possamos impedir o avanço desta epidemia devemos observar as nossas atitudes diárias, o nosso posicionamento frente as incertezas, o nosso diálogo interno em relação ao futuro e principalmente, analisar como o meu jeito de funcionar está afetando a coletividade.

Vai depender de cada um, o combate a esta epidemia. Afinal:

Podemos ser doença ou cura. A escolha é nossa.

Gilberto Wiesel

 

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